Frases de Demóstenes Torres



“Uma gangue tomou conta da Infraero”, declarou em agosto de 2007, ao ouvir as acusações dos Procuradores do Ministério Público Federal de superfaturamento e fraudes em licitações. Na ocasião, o senador era relator da CPI do Apagão Aéreo.
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“Denise Abreu mentiu para a juíza, que foi induzida a dar uma decisão judicial graças a um documento que ou a Anac forjou ou realmente existiu”, disse, em agosto de 2007, quando era relator da CPI do Apagão.
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“A imagem do Senado, hoje, é a de um pau de galinheiro”, declarou em setembro de 2007, também sobre o episódio envolvendo Renan Calheiros.
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“Vai ser a CPI do Zé Mané: investiga o Mané e esquece as autoridades”, disse, em fevereiro de 2008, durante CPI mista para investigar o uso dos cartões corporativos.
“Defendo sempre a expulsão sumária”, declarou, em 2009, quando bateu boca com o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, então companheiro de partido, por discordar da fixação de prazo de uma semana antes de sua expulsão do DEM.
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“É intolerável sob qualquer critério que o presidente utilize a estrutura funcional do Congresso para cometer crimes”, afirmou sobre Renan Calheiros, em 2007.
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“Dizem que as cadeias não recuperam ninguém. E as ruas, recuperam?”, afirmou em abril de 2007, quando era relator da proposta, aprovada na CCJ do Senado, de redução da idade penal de 18 para 16 anos.
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“O que ouvimos foi uma versão, não uma explicação. O partido pode tomar agora uma decisão rápida ou jogar a sujeira para debaixo do tapete. Mas tudo indica que o caso se assemelha ao do mensalão do PT”, disse em dezembro de 2009, sobre o caso Arruda.
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“Nunca tive notícias de ratos no Senado. Desses que mordem o pé pelo menos não”, declarou em 22 de janeiro de 2012, sobre o fato de um rato ter mordido uma funcionária da Casa.
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“Renan Calheiros tem que abandonar o cangaço e se portar como presidente do Senado”, disse em junho 2007 .
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“Isso não vai me intimidar, não! Eu continuarei a dizer o que acho que tem de ser dito. Não fiz nada, entro no Senado de cabeça erguida e continuarei a fazer o meu trabalho”, afirmou à revista “Veja”, em março de 2012.
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“Realmente, os políticos estão perdendo a vergonha na cara”, declarou em 2007 sobre o colega Renan Calheiros (PMDB-AL).
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