Fernando Henrique Cardoso nasceu no Rio de Janeiro no dia 18 de junho de 1931. Ele é um sociólogo e cientista político brasileiro e já foi presidente do Brasil por duas vezes (1995 a 2002). Confiram agora algumas frases de Fernando Henrique Cardoso que selecionamos para você colocar no Msn ou orkut.
Não é meu estilo fazer articulação para atrapalhar o governo. O governo se atrapalha sozinho. Obs.: Em 2005, negando que tenha mantido contato com o presidente da Câmara, Severino Cavalcanti, para articular derrotas do governo no Congresso. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Vocês precisam ver que o presidente Lula governa há apenas dois anos. Eu, que passei oito anos, sei como o tempo corrói (a popularidade). Obs.: Em 2006, deixando claro que a eleição presidencial de 2006 ainda não está definida. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Estou fora (da corrida presidencial). Primeiro, porque há outros. Segundo, porque já fui. Obs.: Em 2005. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Se Lula escorregou, não precisava bater no peito: mea culpa, meã culpa. Mas seria melhor uma palavra de sensatez. Obs.: Em 2005, dizendo que ainda espera uma retratação do presidente Lula sobre as declarações a respeito de supostos casos de corrupção durante seu governo. [ Fernando Henrique Cardoso ]
A economia vai bem, mas isso depende da população se sentir avançando no dia-a-dia. Isso depende, em parte, da economia, depende da gestão e da política. E, quando os políticos embrulham o jogo, isso perturba tudo. E o jogo agora está embrulhado. Obs.: Em 2005, dizendo que políticos “embrulharam” o horizonte político da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que, a despeito dos bons resultados da economia, há outros fatores que influirão no pleito de 2006. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Não adianta mudar de foco. Obs.: Em 2005, lembrando que o Banco Central é que dita as regras no jogo dos juros. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Se, entretanto, tudo não tiver passado de um rompante diante de críticas que tenho feito ao governo, lamento a falta de controle verbal e espero a necessária retratação. A palavra está com Sua Excelência, o presidente Lula. Se calar, caberá ao Congresso exigir que a lei se cumpra. Obs.: Em 2005, em nota, sobre as acusações de corrupção que Lula fez ao governo de seu antecessor. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Ele (Lula) está muito encolhido. Gostaria de vê-lo mais ativo. O presidente, nessas horas, tem de dar o rumo. Obs.: Em 2005. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Ele não disse quem o traiu, por que foi traído, qual é a traição. Se ele considera que já prestou as satisfações devidas, é problema dele. Obs.: Em 2005, esquecendo-se que também não foi dos mais empenhados em apurar denúncias de corrupção em seu governo. [ Fernando Henrique Cardoso ]
A paisagem já foi melhor. Troquei o visual de Marta Suplicy pelo de José Serra. Obs.: Em 2005, sobre a vista de seu escritório em São Paulo, que dá para a sede da prefeitura. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Eu já estou sentindo a comichão do futuro. Obs.: Em 2005, na solenidade dos cinco anos de aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Eu fico vendo e não falo nada. Enquanto sou presidente, não posso falar o que penso. Mas depois eu vou dizer, porque dizem tanta coisa vazia, tanta crítica que não tem base na realidade. Obs.: Em 2002. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Posso não ser humilde, mas bobo também não sou. Obs.: Em 2005, em reunião com a executiva do PSDB paulista, explicando por que não comprou um avião presidencial como fez Lula. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Finalmente, o Serra é chefe dele mesmo. Obs.: Em 2005. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Se a herança do meu governo foi tão ruim assim, por que continuar? O PT está continuando. Obs.: Em 2003, rebatendo as críticas dos petistas de que teriam recebido uma “herança maldita” de seu governo. [ Fernando Henrique Cardoso ]
A política econômica seguida pelo Brasil é responsável. Leva em consideração a necessidade de manter o orçamento equilibrado, de fazer as reformas, criando condições para inflação baixa e um clima favorável ao investimento. Obs.: Em 2003, recuando das críticas que fez ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva. [ Fernando Henrique Cardoso ]
O presidente Lula vai à África e diz que é para vender, mas não é, até porque não tem quem compre. Obs.: Em 2005, para quem o presidente Lula viaja não com objetivos econômicos, mas para ganhar apoio à pretensão do Brasil de integrar o Conselho de Segurança da ONU. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Sempre tive um pensamento progressista, portanto nesse sentido de esquerda. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Qualquer presidente daria o máximo que pode, o que de qualquer jeito é pouco. Não vou fazer críticas. Obs.: Em 2003, sobre o aumento do mínimo para R$ 240. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Lula tem bons sentimentos, é uma boa pessoa, isso conta. Obs.: Em 2003. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Buchada de bode não é ruim. O que dá dor de barriga é a comida do Itamaraty. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Não são todos que fizeram safadeza. Obs.: Em 2005, sobre o envolvimento de membros do PT no escândalo do “mensalão”. [ Fernando Henrique Cardoso ]
É muito agradável andar sem gente em volta e sem guarda-costas. Talvez seja esse o maior prazer, apesar do frio. Obs.: Em 2003, em Paris, França. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Um homem político tem de ter a prudência de calar. Obs.: Em 2003, aos 71 anos, ex-presidente, prometendo abster-se de criticar o governo Lula por um ano. [ Fernando Henrique Cardoso ]
É de salientar que talvez tenha sido a primeira vez na história do FMI que um empréstimo tão vultoso tenha sido feito no final de um governo. Obs.: Em 2002, sobre o acordo com o FMI. [ Fernando Henrique Cardoso ]
O Estado não ficou paralisado. Não ficou um Estado refém de mercado nenhum. Obs.: Em 2002, durante a última reunião ministerial de seu mandato, rejeitando o rótulo de neoliberal que alguns atribuíram a seu governo. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Não existe esse fenômeno de gente morrendo de fome no Brasil. Obs.: Em 2002, comentando a situação social do país. [ Fernando Henrique Cardoso ]
A Alca desse jeito não sai. Obs.: Em 2002, ao comentar o veto dos EUA à entrada de frango brasileiro no Canadá. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Recebi há semanas fax do senador Antonio Carlos Magalhães com afirmações atribuídas por mim a você, mas que, na verdade, foram-me ditas por ele próprio. Obs.: Em 2002, desmentindo em carta a Geddel as afirmações de um fax de ACM. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Sem dúvida, seria um quase suicídio pensar em fechar a economia outra vez, em fazer barreiras tarifárias e fazer com que haja algum setor protegido no Brasil. Obs.: Em 2002, criticando o “falso nacionalismo” de setores que queriam outro modelo de desenvolvimento. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Tenho uma dificuldade que acho que todos os brasileiros deveriam ter. Lutamos tanto contra o regime autoritário! Naquele tempo se prorrogava mandato através do Congresso. Vamos voltar a prorrogar mandato? Isso fere a essência da democracia. Obs.: Em 2002, sobre a possibilidade do adiamento da posse de seu sucessor. [ Fernando Henrique Cardoso ]
A pior guerra é a guerra contínua contra a natureza, que é silenciosa, que destrói ao longo do tempo. Obs.: Em 2002, dizendo que o conceito de paz não exclui a natureza. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Estamos diante de uma forma nova de corrupção, organizada supostamente sob a batuta do principal partido de sustentação do governo, que veio à luz não por denúncias da oposição nem encontrou nela quem desse qualquer eco ‘golpista’. Quem pariu Mateus que o embale. Obs.: Em 2005. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Antes das eleições todos os candidatos beijaram a cruz. Obs.: Em 2002, declarando em Portugal que Lula também prometeu seguir o “bom caminho” na economia. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Não dá mais para viver em um país tropical. Obs.: Em 2002, gripado, ao receber o presidente do Timor Leste. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Quando fui chanceler, era notável a falta de diversidade. Era muito pequeno o colorido no Itamaraty. Não fica bem, não fica bonito. É melhor ter um leque muito mais variado. Não tem cabimento ser monocromático, nós não somos assim. Obs.: Em 2002, ao elogiar, na cerimônia de comemoração da Semana da Consciência Negra, a oferta de bolsas para alunos negros tentarem, uma vaga no Instituto Rio Branco, escola da carreira diplomática. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Governar pode ser, e com freqüência é, navegar em um nevoeiro denso. Obs.: Em 2002, referindo-se à imprevisibilidade das crises econômicas, ao fazer um balanço do seu mandato. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Não adianta dizer ‘eu mudei’. Mudar não é trajar melhor, é ter outra concepção na cabeça. Obs.: Em 2002, em críticas indiretas ao candidato petista à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva. [ Fernando Henrique Cardoso ]
A legitimidade se renova no dia-a-dia. Não adianta termos milhões de votos. Eu tive tantos. (…) Os votos você tem no dia da eleição, no dia seguinte não tem mais nada. Obs.: Em 2004, criticando o “voluntarismo” dos candidatos à Presidência e dizendo que é preciso reconquistar todos os dias a confiança e a legitimidade. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Desejo que o presidente eleito, seja ele quem venha a ser, possa reunir em torno do seu programa de governo uma sólida base parlamentar, como eu próprio, inspirado por Juscelino, procurei fazer. Obs.: Em 2002, em cerimônia de comemoração do centenário de nascimento de Juscelino Kubitschek, pedindo aos presidenciáveis que não elevassem os ataques a tal ponto que uma reconciliação fosse impossível depois. [ Fernando Henrique Cardoso ]
Fernando Henrique Cardoso nasceu no Rio de Janeiro no dia 18 de junho de 1931. Ele é um sociólogo e cientista político brasileiro e já foi presidente do Brasil por duas vezes (1995 a 2002). Confiram agora algumas frases de Fernando Henrique Cardoso que selecionamos para você colocar no Msn ou orkut.
frases de fernando henrique cardoso
  • Não é meu estilo fazer articulação para atrapalhar o governo. O governo se atrapalha sozinho. Obs.: Em 2005, negando que tenha mantido contato com o presidente da Câmara, Severino Cavalcanti, para articular derrotas do governo no Congresso. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Vocês precisam ver que o presidente Lula governa há apenas dois anos. Eu, que passei oito anos, sei como o tempo corrói (a popularidade). Obs.: Em 2006, deixando claro que a eleição presidencial de 2006 ainda não está definida. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Estou fora (da corrida presidencial). Primeiro, porque há outros. Segundo, porque já fui. Obs.: Em 2005. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Se Lula escorregou, não precisava bater no peito: mea culpa, meã culpa. Mas seria melhor uma palavra de sensatez. Obs.: Em 2005, dizendo que ainda espera uma retratação do presidente Lula sobre as declarações a respeito de supostos casos de corrupção durante seu governo. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • A economia vai bem, mas isso depende da população se sentir avançando no dia-a-dia. Isso depende, em parte, da economia, depende da gestão e da política. E, quando os políticos embrulham o jogo, isso perturba tudo. E o jogo agora está embrulhado. Obs.: Em 2005, dizendo que políticos “embrulharam” o horizonte político da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que, a despeito dos bons resultados da economia, há outros fatores que influirão no pleito de 2006. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Não adianta mudar de foco. Obs.: Em 2005, lembrando que o Banco Central é que dita as regras no jogo dos juros. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Se, entretanto, tudo não tiver passado de um rompante diante de críticas que tenho feito ao governo, lamento a falta de controle verbal e espero a necessária retratação. A palavra está com Sua Excelência, o presidente Lula. Se calar, caberá ao Congresso exigir que a lei se cumpra. Obs.: Em 2005, em nota, sobre as acusações de corrupção que Lula fez ao governo de seu antecessor. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Ele (Lula) está muito encolhido. Gostaria de vê-lo mais ativo. O presidente, nessas horas, tem de dar o rumo. Obs.: Em 2005. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Ele não disse quem o traiu, por que foi traído, qual é a traição. Se ele considera que já prestou as satisfações devidas, é problema dele. Obs.: Em 2005, esquecendo-se que também não foi dos mais empenhados em apurar denúncias de corrupção em seu governo. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • A paisagem já foi melhor. Troquei o visual de Marta Suplicy pelo de José Serra. Obs.: Em 2005, sobre a vista de seu escritório em São Paulo, que dá para a sede da prefeitura. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Eu já estou sentindo a comichão do futuro. Obs.: Em 2005, na solenidade dos cinco anos de aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Eu fico vendo e não falo nada. Enquanto sou presidente, não posso falar o que penso. Mas depois eu vou dizer, porque dizem tanta coisa vazia, tanta crítica que não tem base na realidade. Obs.: Em 2002. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Posso não ser humilde, mas bobo também não sou. Obs.: Em 2005, em reunião com a executiva do PSDB paulista, explicando por que não comprou um avião presidencial como fez Lula. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Finalmente, o Serra é chefe dele mesmo. Obs.: Em 2005. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Se a herança do meu governo foi tão ruim assim, por que continuar? O PT está continuando. Obs.: Em 2003, rebatendo as críticas dos petistas de que teriam recebido uma “herança maldita” de seu governo. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • A política econômica seguida pelo Brasil é responsável. Leva em consideração a necessidade de manter o orçamento equilibrado, de fazer as reformas, criando condições para inflação baixa e um clima favorável ao investimento. Obs.: Em 2003, recuando das críticas que fez ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • O presidente Lula vai à África e diz que é para vender, mas não é, até porque não tem quem compre. Obs.: Em 2005, para quem o presidente Lula viaja não com objetivos econômicos, mas para ganhar apoio à pretensão do Brasil de integrar o Conselho de Segurança da ONU. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Sempre tive um pensamento progressista, portanto nesse sentido de esquerda. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Qualquer presidente daria o máximo que pode, o que de qualquer jeito é pouco. Não vou fazer críticas. Obs.: Em 2003, sobre o aumento do mínimo para R$ 240. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Lula tem bons sentimentos, é uma boa pessoa, isso conta. Obs.: Em 2003. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Buchada de bode não é ruim. O que dá dor de barriga é a comida do Itamaraty. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Não são todos que fizeram safadeza. Obs.: Em 2005, sobre o envolvimento de membros do PT no escândalo do “mensalão”. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • É muito agradável andar sem gente em volta e sem guarda-costas. Talvez seja esse o maior prazer, apesar do frio. Obs.: Em 2003, em Paris, França. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Um homem político tem de ter a prudência de calar. Obs.: Em 2003, aos 71 anos, ex-presidente, prometendo abster-se de criticar o governo Lula por um ano. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • É de salientar que talvez tenha sido a primeira vez na história do FMI que um empréstimo tão vultoso tenha sido feito no final de um governo. Obs.: Em 2002, sobre o acordo com o FMI. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • O Estado não ficou paralisado. Não ficou um Estado refém de mercado nenhum. Obs.: Em 2002, durante a última reunião ministerial de seu mandato, rejeitando o rótulo de neoliberal que alguns atribuíram a seu governo. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Não existe esse fenômeno de gente morrendo de fome no Brasil. Obs.: Em 2002, comentando a situação social do país. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • A Alca desse jeito não sai. Obs.: Em 2002, ao comentar o veto dos EUA à entrada de frango brasileiro no Canadá. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Recebi há semanas fax do senador Antonio Carlos Magalhães com afirmações atribuídas por mim a você, mas que, na verdade, foram-me ditas por ele próprio. Obs.: Em 2002, desmentindo em carta a Geddel as afirmações de um fax de ACM. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Sem dúvida, seria um quase suicídio pensar em fechar a economia outra vez, em fazer barreiras tarifárias e fazer com que haja algum setor protegido no Brasil. Obs.: Em 2002, criticando o “falso nacionalismo” de setores que queriam outro modelo de desenvolvimento. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Tenho uma dificuldade que acho que todos os brasileiros deveriam ter. Lutamos tanto contra o regime autoritário! Naquele tempo se prorrogava mandato através do Congresso. Vamos voltar a prorrogar mandato? Isso fere a essência da democracia. Obs.: Em 2002, sobre a possibilidade do adiamento da posse de seu sucessor. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • A pior guerra é a guerra contínua contra a natureza, que é silenciosa, que destrói ao longo do tempo. Obs.: Em 2002, dizendo que o conceito de paz não exclui a natureza. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Estamos diante de uma forma nova de corrupção, organizada supostamente sob a batuta do principal partido de sustentação do governo, que veio à luz não por denúncias da oposição nem encontrou nela quem desse qualquer eco ‘golpista’. Quem pariu Mateus que o embale. Obs.: Em 2005. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Antes das eleições todos os candidatos beijaram a cruz. Obs.: Em 2002, declarando em Portugal que Lula também prometeu seguir o “bom caminho” na economia. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Não dá mais para viver em um país tropical. Obs.: Em 2002, gripado, ao receber o presidente do Timor Leste. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Quando fui chanceler, era notável a falta de diversidade. Era muito pequeno o colorido no Itamaraty. Não fica bem, não fica bonito. É melhor ter um leque muito mais variado. Não tem cabimento ser monocromático, nós não somos assim. Obs.: Em 2002, ao elogiar, na cerimônia de comemoração da Semana da Consciência Negra, a oferta de bolsas para alunos negros tentarem, uma vaga no Instituto Rio Branco, escola da carreira diplomática. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Governar pode ser, e com freqüência é, navegar em um nevoeiro denso. Obs.: Em 2002, referindo-se à imprevisibilidade das crises econômicas, ao fazer um balanço do seu mandato. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Não adianta dizer ‘eu mudei’. Mudar não é trajar melhor, é ter outra concepção na cabeça. Obs.: Em 2002, em críticas indiretas ao candidato petista à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • A legitimidade se renova no dia-a-dia. Não adianta termos milhões de votos. Eu tive tantos. (…) Os votos você tem no dia da eleição, no dia seguinte não tem mais nada. Obs.: Em 2004, criticando o “voluntarismo” dos candidatos à Presidência e dizendo que é preciso reconquistar todos os dias a confiança e a legitimidade. [ Fernando Henrique Cardoso ]
  • Desejo que o presidente eleito, seja ele quem venha a ser, possa reunir em torno do seu programa de governo uma sólida base parlamentar, como eu próprio, inspirado por Juscelino, procurei fazer. Obs.: Em 2002, em cerimônia de comemoração do centenário de nascimento de Juscelino Kubitschek, pedindo aos presidenciáveis que não elevassem os ataques a tal ponto que uma reconciliação fosse impossível depois. [ Fernando Henrique Cardoso ]